Moises M.

Publicado

31/08, 10:31 hs

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Fábio Ribeiro é realizador, diretor de fotografia e produtor, com especial enfoque no documentário e na animação. A sua obra autoral explora temas como identidade, memória e arquivos pessoais da (des)colonização, promovendo também o desenvolvimento do pensamento crítico através da criação, exibição e diálogo em torno do cinema.

É coordenador do Departamento Audiovisual do coletivo moçambicano ANIMA Estúdio Criativo e membro da REDE de Cinema e Audiovisual dos PALOP-TL. Ao longo da sua carreira, trabalhou em diversos países, com particular incidência em África e no espaço lusófono.

É licenciado em Cinematografia pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e mestre em Antropologia Visual e dos Media pela Freie Universität Berlin.

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Filmografia

2024 — O Cego Nwavu

Realização: João Graça

  • Animação | 13 min | Moçambique/Portugal

  • Função: Produção

  • Prémio: Best Animation Short — Rome Prisma Film Awards (2025)

  • Exibições: Kursaal Film Festival San Sebastián, AnimaPIX, Festival International de Court Métrage de Ouagadougou, OPEN AIR Filmfest Weiterstadt.

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2022 — Mulungo Memories

Realização: Fábio Ribeiro

  • Documentário | 1h34 | Moçambique/Portugal

  • Função: Realização

  • Exibições: Freie Universität Berlin e Princeton University.

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2017 — Macoconi

Realização: Fábio Ribeiro

  • Documentário | 35 min | Moçambique

  • Funções: Realização, Direção de Fotografia e Edição

  • Prémios:

    • Green Image Award (Tóquio, Japão)

    • Grande Prémio da Lusofonia – Camacho Costa (CineEco, Portugal)

  • Exibições: Instidoc, EKOTOPFILM, International Nature Film Festival Gödöllő, Cine Amazónia e Lake International PanAfrican Film Festival.

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2017 — Até Amanhã Henrique!

Realização: Miguel Cardoso

  • Documentário | 58 min | Portugal

  • Função: Edição.

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2015 — Maputo: Etnografia de uma Cidade Dividida

Realização: Fábio Ribeiro

  • Documentário | 74 min | Moçambique

  • Funções: Realização, Direção de Fotografia e Edição

  • Exibições: Bergen Internasjonale Filmfestival, FESTin, Carthage Film Festival, Baghdad International Film Festival, Athens Ethnographic Film Festival, AFRYKAMERA, Vues d'Afrique, African Film Festival Cologne, Helsinki African Film Festival, Silicon Valley African Film Festival, entre outros.

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2014 — Soft Vengeance: Albie Sachs and the New South Africa

Realização: Abby Ginzberg

  • Ficção | 1h24 | África do Sul/EUA

  • Função: Direção de Fotografia (Moçambique)

  • Prémio: Peabody Award (2015).

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2013 — Impunidades Criminosas

Realização: Fábio Ribeiro

  • Ficção | 1h14 | Moçambique

  • Funções: 1.º Assistente de Imagem e Edição.

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2012 — Caminhos da Paz

Realização: Sol de Carvalho

  • Documentário | 90 min | Moçambique/Itália/EUA

  • Funções: Direção de Fotografia e Edição.

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2012 — A Terra dos Nossos Avós

Realização: Fábio Ribeiro

  • Documentário | 33 min | Moçambique

  • Funções: Realização, Direção de Fotografia e Edição

  • Exibições: Al Jazeera International Documentary Film Festival e Dockanema (2012).

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2011 — A Minha Rua

Realização: Diogo Varela Silva

  • Documentário | 17 min | Moçambique

  • Função: Direção de Fotografia.

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2011 — Apesar da Solarenga Tarde Lá Fora

Realização: Renato e Gil Chagas

  • Ficção | 14 min | Moçambique

  • Função: Direção de Fotografia.

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2010 — Gigola

Realização: Laure Charpentier

  • Ficção | 1h48 | França/Portugal

  • Função: 2.º Assistente de Imagem

  • Prémios:

    • Best First Film — Seville European Film Festival (2010)

    • Best International Film — Santa Barbara International Film Festival (2011).

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2008 — Contrato

Realização: Nicolau Breyner

  • Ficção | 1h35 | Portugal

  • Função: Assistente de Edição.

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2008 — Aleluia

Realização: Fábio Ribeiro

  • Documentário | 38 min | Portugal

  • Função: Realização

  • Menções Honrosas:

    • Primeiro Olhar (2008)

    • Curtas Vila do Conde (2008).

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2006 — Maria

Realização: Fábio Ribeiro

  • Documentário | 30 min | Portugal

  • Funções: Realização, Direção de Fotografia e Edição

  • Prémio: Prémio do Público — International Video Journalist Award (Berlim)

  • Exibição: Caminhos do Cinema Português (2006).

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Projetos em Desenvolvimento

Os Informais (2026)

  • Série de animação | 8 episódios de 23 min

  • Moçambique / Portugal / África do Sul

  • Função: Produção

  • Projeto apoiado pela Disney+ e pelo ICA, atualmente em fase de fundraising adicional.

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As Nossas Raízes (2026)

  • Documentário institucional | 50 min

  • Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor-Leste

  • Funções: Realização, Direção de Fotografia e Edição.

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Destaques da Carreira

  • Mais de 20 anos de experiência em cinema documental, ficção e animação.

  • Filmes exibidos em festivais na Europa, África, Ásia e América do Norte.

  • Vencedor de prémios internacionais, incluindo o Green Image Award (Japão) e o Grande Prémio da Lusofonia – Camacho Costa (Portugal).

  • Experiência internacional em produção, direção de fotografia, realização e edição, com trabalho desenvolvido em diversos países do continente africano e do espaço lusófono.

Publicado

03/08, 11:28 hs

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Nildo Essá é Animador, Realizador, Arquiteto e CEO da FX Animation Studios, sendo reconhecido como um dos pioneiros da animação digital em Moçambique.

Com mais de duas décadas de experiência, liderou projetos premiados, colaborações internacionais e a produção de conteúdos educativos e comerciais para organizações de referência.

Actualmente dirige KIBWE, a primeira longa-metragem de animação 3D produzida em Moçambique, enquanto, através do seu estúdio e de iniciativas de formação, contribui para capacitar uma nova geração de animadores africanos.

Publicado

27/07, 12:12 hs

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Lutegardo Gonçalves Lampião é um destacado fotógrafo, cineasta e artista visual moçambicano baseado em Maputo. Nascido a 15 de dezembro de 1985, em Maputo, estabeleceu-se como uma figura fundamental no cenário das artes visuais e cinematográficas contemporâneas de Moçambique.

É muito activo na documentação da cultura moçambicana e na partilha de histórias locais no ecrã. As suas contribuições incluem:

•⁠ ⁠Tristânia - O Rastilho de Esperança (2024): Um filme de ficção de 5 minutos, realizado por Lutegardo, que explora a narrativa dentro de um cenário governado e fictício. Esta obra foi apresentada em grandes exibições, incluindo a Mostra de Cinema Negro.

•⁠ ⁠Capitão Cafreal e o Efeito da Cidadania: Um projecto cinematográfico que conta com a sua realização e colaboração artística, integrado na plataformas NETKANEMA.

Publicado

24/07, 13:48 hs

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SUGESTÃO DO DIA

Filme: Resgate

Assista em https://netkanema.co.mz/programs/resgate

Sinopse:

Bruno, saído há pouco tempo da prisão, leva uma vida honesta ao lado da namorada, Mia, e da filha bebé quando um misterioso empréstimo bancário põe em risco a vida dele e da família.

01:41:56 | Ficção | Action Drama | Moçambique | July 18, 2019 | M16 | VO PT

Publicado

20/07, 14:23 hs

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Yussony Congolo é um jovem cineasta moçambicano, roteirista, realizador de cinema, editor de vídeo, designer gráfico, ator e escritor. É residente no bairro de Hulene A, na cidade de Maputo, e é filho de Obadias Ernesto Congolo e Emília Jaime Djive.

Atualmente, frequenta o 3.º ano do curso de Cinema e Audiovisual no Instituto Superior de Artes e Cultura (ISArC), onde continua a desenvolver a sua formação na área cinematográfica. É apaixonado pela escrita de guiões, realização de filmes e documentários, dedicando-se à criação de obras que refletem a realidade e inspiram a juventude moçambicana.

Como escritor, lançou o livro Olhar da Vida. No cinema, iniciou a sua trajetória em 2023 com a curta-metragem Não Tenho Nada. Em 2024 realizou os filmes O Mendigo e Voto Sem Poder, consolidando a sua presença na produção cinematográfica nacional.

É fundador do projeto Squad Film, através do qual tem desenvolvido diversas produções independentes. Em 2025 lançou Decisão Mortal e, em 2026, apresentou O Pacto – Último Desejo, dando continuidade ao seu percurso como um dos jovens talentos emergentes do cinema moçambicano.

Com uma visão criativa e um forte compromisso com a arte de contar histórias, Yussony Congolo continua a afirmar-se como um cineasta dedicado ao desenvolvimento da indústria audiovisual em Moçambique e à produção de obras que informam, emocionam e inspiram.

Publicado

16/06, 15:04 hs

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TOP 5 filme de CURTA-METRAGEM mais vistos no mês de Maio n NetKanema

1 - Vândalos

Um filme de Melchior Ferreira

https://netkanema.co.mz/programs/vandalos-short-film-4k


2 - Traídos pela traição

Um filme de Mahla

https://netkanema.co.mz/programs/traidos-pela-traicao


3 - O Início do fim

Um filme de Ivandro Maocha

https://netkanema.co.mz/programs/o-inicio-do-fim-filme


4 - CISO

Um filme de Dom Coelho

https://netkanema.co.mz/programs/ciso


5 - Venenos do Amor

Um filme de Mahla

https://netkanema.co.mz/programs/venenos-do-amor-poisoned-lovemp4-bdc527

Publicado

08/06, 08:31 hs

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Xavier Fumo é um técnico moçambicano, nascido a 20 de junho de 1977, em Maputo, Moçambique.

Formado no ensino técnico, frequentou também um curso intensivo no Projeto Olhar Artístico, reforçando os seus conhecimentos na área audiovisual e publicitária.

Iniciou o seu percurso profissional em 1995 como modelo publicitário. Em 1999, passou a trabalhar diretamente na área da publicidade, desempenhando funções de arquivista e digitalizador de cassetes.

Atualmente, trabalha na produção de filmes publicitários e mini seriados, exercendo as funções de responsável de casting e assistente de câmera na RGB Filmes, produtora da Agência Golo.

Ao longo da sua carreira, recebeu diversos certificados de reconhecimento pelo seu desempenho profissional e dedicação no local de trabalho.

Entre os projetos em que participou, destacam-se campanhas publicitárias de grandes marcas, como Txilar, Compal, BCI, Vumba, entre outras, contribuindo para produções destinadas à televisão, outdoors e outros meios de comunicação.

Com uma trajetória de mais de duas décadas no setor audiovisual e publicitário, Xaver Fumo consolidou-se como um profissional experiente, com especial destaque na coordenação de casting para filmes publicitários e projetos de ficção.

Publicado

27/05, 10:42 hs

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Louiggi Junior é um figurinista e diretor de narrativa visual moçambicano reconhecido pela sua capacidade de transformar figurino em linguagem cinematográfica. O seu trabalho destaca-se pela criação de identidades visuais que fortalecem personagens, atmosferas e universos narrativos, equilibrando estética, funcionalidade e autenticidade cultural.

Com uma abordagem criativa marcada pela versatilidade, Louiggi construiu uma trajetória sólida no audiovisual moçambicano, desenvolvendo soluções visuais capazes de dialogar com diferentes contextos sociais, históricos e contemporâneos. O seu processo criativo integra figurino, interpretação, fotografia e iluminação, permitindo que cada produção alcance maior coerência estética e profundidade narrativa.

Mesmo em ambientes de produção com recursos limitados, demonstra capacidade técnica para entregar resultados com qualidade comparável a padrões internacionais, valorizando simultaneamente referências culturais africanas, mão de obra local e inovação criativa.

Ao longo da sua carreira, trabalhou em produções que exigiram diferentes linguagens visuais, desde universos urbanos contemporâneos até figurinos de época inspirados em tradições do Sul de África. A sua assinatura estética combina pesquisa visual, construção simbólica e adaptação estratégica aos recursos disponíveis.

Na terceira temporada de MAIDA, Louiggi Junior integrou a equipa num momento decisivo da produção, contribuindo para a renovação estética da obra após a queda de audiência registada na temporada anterior.

O seu trabalho focou-se na atualização visual das personagens e na harmonização entre figurino, cenografia e iluminação, introduzindo uma linguagem contemporânea marcada pela fusão entre estética urbana e design moderno.

A construção dos figurinos permitiu maior liberdade de interpretação aos atores, fortalecendo a presença visual da narrativa e contribuindo para o reposicionamento estético da série junto do público.

Em Vidas Paralelas, desenvolveu uma abordagem visual orientada pela representação social e pelas diferenças de classe presentes na narrativa.

Os figurinos foram construídos com base em tendências contemporâneas de moda, preservando simultaneamente a identidade individual de cada personagem e a coerência estética da obra.

A integração entre figurino, interpretação e fotografia permitiu criar uma narrativa visual consistente, reforçando o envolvimento do público com os conflitos e dinâmicas sociais da produção.

No projeto Kulahela, Louiggi Junior trabalhou na criação de figurinos de época inspirados em referências culturais e etnográficas do Sul de África.

Desenvolvido num contexto de infraestrutura limitada, o projeto exigiu soluções criativas para produção manual de acessórios, adereços e elementos visuais ligados à tradição cultural da narrativa.

A precisão estética, aliada à integração entre figurino, luz e fotografia, resultou numa produção visualmente marcante, reconhecida pelo público e parceiros pela sua autenticidade e qualidade técnica.

O trabalho de Louiggi Junior é guiado por princípios de autenticidade cultural, excelência visual e inovação criativa. A sua abordagem procura desenvolver figurinos que não apenas vistam personagens, mas que ampliem a força narrativa das produções.

Entre os elementos que definem a sua identidade artística destacam-se:

  • Construção visual de personagens através do figurino;

  • Integração estética entre figurino, fotografia e encenação;

  • Valorização de referências culturais africanas;

  • Desenvolvimento de soluções criativas dentro de limitações técnicas e orçamentais;

  • Criação de narrativas visuais com identidade cinematográfica contemporânea.


O seu trabalho evidencia capacidade de adaptação, domínio estético e compromisso com produções visualmente consistentes, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural e cinematográfica de Moçambique através do figurino e da narrativa visual.

Publicado

25/05, 13:52 hs

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África é arte, força e história viva. 🌍✨

Hoje celebramos a beleza das nossas raízes, a riqueza da nossa cultura e o orgulho de sermos africanos.

Feliz Dia de África!

Publicado

18/05, 09:11 hs

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Ailton Zimila é um artista moçambicano nascido a 12 de junho de 1995, em Maputo, Moçambique. Actor, performer, encenador e produtor audiovisual, destaca-se no teatro, cinema, televisão e em projectos de intervenção social, conciliando expressão artística, pesquisa criativa e impacto comunitário.

Licenciado em Teatro pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane (UEM-ECA), Ailton vem construindo um percurso marcado pela versatilidade artística e pelo compromisso com a valorização da cultura moçambicana. Ao longo da sua carreira, participou em diversas produções teatrais, festivais nacionais e projectos multidisciplinares, afirmando-se como um artista inovador e comprometido com a transformação social através da arte.

Entre os seus trabalhos de destaque no teatro encontram-se as peças Lutar Para Perder (2024–2025), obra vencedora do Prémio Mozal, e Plasticidade (2023–2025), apresentada no âmbito do projecto Moz-Bio pela Diversidade. Participou igualmente em importantes festivais e mostras culturais, como o Cenas Curtas da FFLC, KU Phanda e o Festival Internacional de Teatro Universitário de Santiago de Compostela, em Espanha, ampliando a sua experiência artística em contextos internacionais.

No audiovisual, integrou o elenco das novelas Corações Amargos (2024), Kulahela (2026) e Maida (2021), além de participar no filme Nada Acontece Por Acaso, do realizador Wilford Machili. Também colaborou na produção da mini-série CASE GRAPHICS (2022), consolidando a sua experiência nas áreas de interpretação e produção audiovisual.

Paralelamente à carreira artística, Ailton desenvolve trabalhos de publicidade, campanhas educativas e projectos sociais: H2N – Projecto ASAS, CCS e PATHFINDER. Nessas iniciativas, utiliza o teatro, a performance e o audiovisual como ferramentas de sensibilização sobre HIV & SIDA, igualdade de género, direitos humanos, juventude e preservação ambiental.

Além da interpretação, possui competências em encenação, direcção artística, facilitação comunitária, produção cultural e criação performativa. Ailton Zimila é reconhecido pela sua criatividade, dinamismo, capacidade de liderança e forte espírito de trabalho em equipa, consolidando-se como uma voz activa e promissora no panorama artístico moçambicano.